Quinta-feira, 21 de OUTUBRO de 2021

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Esporte

Conmebol/divulgação

Saul Teixeira | O Inter e a conquista do ’tri da América’

por Saul Teixeira | Publicada em 01/07/2021 às 00h| Atualizada em 01/07/2021 às 16h38

A Copa Sul-Americana é tratada com desprezo por muitos torcedores, e até mesmo por formadores de opinião. O torneio é tido como a segunda divisão da América, “prêmio de consolação”, entre outras expressões pejorativas. Todavia, o futebol é reflexo da sociedade e, portanto, tudo nele também é relativo.

Anos atrás, os clubes brasileiros viam no certame a chance para salvar a temporada após insucessos nas tradicionais competições do cada vez mais espremido calendário boleiro. Ademais, a "caçulinha" era uma oportunidade de robustecer os cofres e ganhar notoriedade no Novo Mundo.

Foi nesse contexto que o Internacional de Tite foi o brasileiro pioneiro na conquista, em 2008. O título invicto é literalmente intermediário em relação as taças da Libertadores de 2006 e 2010 — o que ilustra a soberania colorada no continente à época.

Alex desequilibrando como segundo atacante e uma linha defensiva composta por quatro zagueiros – Bolívar, Índio, Álvaro e Marcão – eram os diferenciais daquele time. Magrão, Guiñazu e D’Alessandro no meio-campo. Nilmar no comando ofensivo. Losango na meia-cancha. Posse vertical, triangulações e velocidade. Futebol competitivo, mas sem perder o caráter lúdico no último terço. Andrezinho e Daniel Carvalho como alternativas; Taison e Sandro surgindo... Tite na casamata!!!

Foram dez jogos, com cinco vitórias. O ataque balançou as redes adversárias 16 vezes; a defesa sofreu dez gols a menos. Agora, o dado que traz maior peso a volta olímpica: os adversários tinham ‘bola no corpo’ e/ou tradição.

Grêmio!!!!! Universidade Católica!!! Boca Juniors!!!??? Vitória no Beira-Rio e na mítica Bombonera (4 a 1 no agregado) — embora os xeneizes tivessem muito mais tradição do que qualidade no período, o time contou com a genialidade de Juan Román Riquelme no jogo da Argentina... Chivas do México!

Para concluir a jornada com louvores, jogaços contra o campeão da Libertadores, o Estudiantes de Juan Sebastián Verón. Meses antes derrotado pelo Barcelona somente na prorrogação do Mundial de Clubes. Mauro Boseli, Andújar, Angeleri, Desábato e Gata Fernandéz eram outros valores individuais da equipe conduzida por Leonardo Astrada.

A conquista garantiu aos colorados, na época, a condição inédita de ‘Campeão de Tudo’ no futebol brasileiro. Fato e feito muito bem explorados pelo marketing do clube e motivo de regozijo ímpar aos colorados — tal qual o selo de Campeão Brasileiro Invicto.

Enfim...

✅ Parabéns, Inter!!! Um legítimo TRICAMPEÃO CONTINENTAL!!!!

Concorda??? Discorda??? Por quê??? Com a palavra, você, nobre torcedor...

Cristiano Abreu

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