Sabado, 16 de OUTUBRO de 2021

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Crônica

Ana D´Avila | Tempos intrigantes

Publicada em 15/06/2021 às 00h| Atualizada em 15/06/2021 às 11h36

Estaria o mundo decadente? Em algum lugar do planeta a ciência ainda dita utilidades para o real proveito de todos? Não sei. A humanidade anda carente de gênios literários, inventores, gênios de toda ordem.
Estaríamos atravessando um momento negro da história humana?

Talvez eu esteja saudosista. Talvez eu esteja, em paralelo com a pandemia, sufocada pelo pessimismo. Quando isto tudo começou, eu acreditei que era para melhorar a espécie humana, mas estou assistindo a novas barbáries, a violências, ao desumanismo e ao aumento acelerado da importância para o dinheiro.

Haveria tempo de salvar o que interessa? A água, o solo da terra, que anda árido demais em qualquer parte do mundo, as florestas, que com raras exceções, estão sendo desfiguradas... E é da água e da terra que tiramos nossos alimentos.

Como resolver a questão?

É impactante como todo o mundo fala destes assuntos e quase ninguém age. O próprio coronavírus é um dilema de difícil solução. Governantes não são mais interessantes, são donos de uma inteligência incomum, no pior dos sentidos. Não são mais cavaleiros, nem estadistas. Nem diplomatas, nem otimistas.

Hoje tudo é tão plástico, no sentido poluidor. Tudo está desprovido de profundidade. Tão destruidor como o passar do dedo no celular. Vai, vai, vai... para lugar nenhum, de tanta janelinha se abrindo sem resoluções. Ando assim, desesperançosa de soluções.

Acredito em Deus. Na fé e nas boas energias. Não haveria sentido acreditar que o mundo, que a humanidade, caminha para o abismo. Que a solução não viria. Acho que a espiritualidade é um grande caminho.

Mas anda difícil.

A paz necessária para resolver todos problemas humanos, que são muitos, virá depois. O Cosmos é imenso. De algum lugar e, inesperadamente, chegaremos a uma solução. Porque de tanto pensar e discutir em vão, as pessoas de hoje estão enlouquecendo. E não será o Google que receitará o remédio necessário para a cura deste caos. E sim, a paz celestial virá das estrelas. Da química delas.

Preciso acreditar nisto.

Muitos conhecem a famosa declaração do astrônomo Carl Sagan, “Somos todos poeira de estrelas”. Uma pesquisa comprovou o que Carl Sagan já falava há tempos: os humanos realmente são feitos de poeira de estrela. Depois de analisar 1.500 estrelas, astrônomos chegaram à conclusão de que tanto os seres humanos quanto os astros brilhantes possuem 97% do mesmo tipo de átomos.

É assim em todo o Universo!

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Cristiano Abreu

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