Quarta-feira, 20 de OUTUBRO de 2021

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Meio ambiente

Aclamação aconteceu em reunião virtual do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Gravatahy

Viamão presente: engenheiro Cláudio Fioreze é o vice de Sérgio Cardoso no principal comitê ambiental da região em tempos de privatização da Corsan

por Redação | Assessoria | Publicada em 09/06/2021 às 00h| Atualizada em 14/06/2021 às 10h06

Nos próximos anos a água, obrigatoriamente, estará no centro das discussões que envolvam o desenvolvimento e a própria dignidade da população no Vale do Gravataí, Região Metropolitana de Porto Alegre. E para liderar estes debates, o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Gravatahy tem nova gestão a partir desta terça. No horizonte das discussões necessárias dos próximos dois anos está o processo de privatização da Corsan.

Em reunião do Comitê nesta tarde, o geólogo Sérgio Cardoso assumiu a presidência, como representante da Associação Sul-Brasileira de Geólogos, na chapa que terá como vice-presidente o engenheiro agrônomo Cláudio Fioreze, representante do Instituto Federal Rio Grande do Sul (IFRS), Campus Viamão.

A chapa vencedora foi eleita por aclamação.

– O nosso principal objetivo nesta gestão será o de chegarmos a 100% de implantação das outorgas de captação de água subterrânea e superficial, e lançamento de efluentes na bacia do Rio Gravataí nos próximos dois anos. Para isso, temos como referência valorizar o Sistema de Outorgas (SIOUT) já existente, e que ainda enfrenta problemas com a desinformação. Nosso papel como comitê é levar o conhecimento sobre o uso consciente e equilibrado da água a todos os setores e usuários envolvidos neste processo – diz Sérgio Cardoso.

Esta será a quinta vez que o geólogo assume a presidência do Comitê Gravatahy. Desta vez, ele terá consigo a presença do professor Fioreze, que representa uma das principais instituições acadêmicas da região, envolvida diretamente com a temática da gestão da água na bacia do Gravataí.

A temática das outorgas encontra-se em um momento chave. Em plena crise hídrica, ter dados concretos sobre o número de usuários e os volumes outorgados para uso de água e lançamento de efluentes de cada um é fundamental. E nesta discussão, está, por exemplo, a necessidade de regularização de poços artesianos, inclusive utilizados no abastecimento público.

Cristiano Abreu

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