O que está por trás das trocas no secretariado de Bonatto – Viamão tem dois novos vereadores

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No último dia de novembro, a notícia que vem da Prefeitura é a troca de três nomes no secretariado do prefeito Valdir Bonatto (PSDB). Oficialmente o discurso é oxigenar as pastas do Executivo, mas a dança das cadeiras – que também muda o cenário na Câmara – tem mera motivação política.
E nada mais além.

Se não vejamos: são menos de 20 dias úteis até o Natal. Conhecendo a coisa pública – e sabendo como as coisas funcionam em Viamão – de agora até o Carnaval não teremos muitas novidades. Tem aquela famosa parada do Legislativo, a galera – seja na Casa do Povo ou na Prefeitura, está com a cabeça virada para as festas de fim de ano… o ritmo cai naturalmente.

Querem mais um dos motivos que me fazem assim pensar? Aí vai: Bonatto renunciará para concorrer a deputado estadual. E não há quem me convença que a partir de 2022 corpo e alma do tucano não estarão voltados para a candidatura.

Ou se trata de um início antecipado da "gestão" com o dedo do atual vice – e futuro prefeito – Nilton Magalhães, ou sim, as trocas de cargos e funções são apenas acomodações políticas fruto das relações entre as forças partidárias da Velha Capital .

Aos fatos:

Na Prefeitura, Denise Guedes deixa a secretaria de Assistência Social – assume o atual secretário da Agricultura, Maninho Fauri; Na Agricultura entra o vereador Rodrigo do Bar; A secretaria de Esportes, atualmente comandada por Jonas Rodrigues, será conduzida pelo vereador Keno do Jari.

Os reflexos são automáticos na Câmara: Denise Guedes assume a cadeira na bancada tucana, no lugar de Keno; Jonas Rodrigues, que é do Cidadania, entra no lugar de Rodrigo.

Ou seja, todo mundo saiu, mas todo mundo ficou dentro. É como rezava (verbo no passado mesmo, porque acabaram com a função) a filosofia de cobrador do Viamão lotado: “se cada um se mexer um passinho, sempre cabe mais um!”

Bonatto, ao lado do presidente da Câmara Armando Azambuja (PSDB) e do líder do governo Igor Bernardes (PL), afirmou que as mudanças não são ato político, e que está pensando na gestão do Executivo.

Achei a fala um tanto curiosa para quem vai deixar a cadeira, no máximo, até abril…
Aguardemos as águas de março!

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