A pouco mais de um ano da eleição que define o próximo governador gaúcho, PT se encaminha para uma escolha entre um nome consagrado ou um futuro promissor
Notícia não se engravida.
Edegar Pretto, o petista presidente da Assembleia Gaúcha, está no páreo para concorrer a governador nas eleições do ano que vem, pelo PT.
Se alguém perguntar para ele, talvez negue, desconverse. Mas, cá entre nós, já foi sondado sobre e não disse o peremptório não.
Também figura na disputa o nome do ex-governador Tarso Genro - até com certa preferência, diga-se. Mas Tarso ainda sonha com a hipótese de concorrer à presidência da República - e num quadro de completa incerteza sobre Lula, prefere não dizer um peremptório sim.
Edegar, dos nomes da nova geração petista, é o que acumula maior evidência com a presidência da Assembleia. Tem o nome - e o sobrenome, claro - ligado à vida política do pai, Adão Pretto, ex-deputado federal que começou a vida política no Rio Grande morando em Viamão, em meados dos anos 80. Cidade em que Edegar, inclusive, estudou: foi aluno do Walter Jobim.
O irmão dele, Adão, é vereador aqui.
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