Deparo-me com debates acalorados no Brasil sobre a Inteligencia Artificial.Difícil excluir o assunto das conversas e das inquietações futuras. A IA, como é chamada, são sistemas de computador treinados para entender, escrever, responder e até criar coisas,mas não tem sentimentos, consciência ou vida própria.
O mundo caminha a passos largos para uma revolução.Que tende a se intensificar daqui prá frente. A Inteligencia Artificial nasceu em 1956 nos Estados Unidos na Conferencia de Dartmouth em Nova Hampshire reunindo vários pesquisadores.Mas a base teórica da IA nasceu em 1950 no Reino Unido.
Quando o matemático Alan Turing publicou o artigo Computadores e Inteligencia.Na ocasião levantou a pergunta fundamental: “As máquinas podem pensar”.A cada dia que passa vemos o mundo se transformar. Enquanto a Inteligencia Artificial vai penetrando em quase todos os lugares e profissões.Fazendo pensar e mexendo com a vida de filósofos e pesquisadores.Agora é a hora do debate, para que serve e porque existe.
A Inteligencia Artificial existe para ampliar as capacidades humanas, não para substitui-las. Tornando mais rápido, seguro e acessível resolver desafios do mundo real.Desde os anos 1950, pesquisadores queriam entender como a mente humana funciona e criar máquinas que pudessem raciocinar e entender.
Com o crescimento da informação surgiu a demanda por ferramentas capazes de lidar com ela com agilidade e precisão, reduzir erros e aumentar a produtividade.A IA agora, está entre nós, com seus assistentes virtuais nos auxiliando em nossas vidas. Aproveitemos para aprender muito mais.
A IA serve para automatizar tarefas, processar grandes volumes de dados rapidamente e resolver problemas complexos que seriam lentos ou difíceis para seres humanos.Seus usos principais são: automação, análise de dados, auxilio em decisões, facilitar o dia a dia e inovação. Impulsiona tecnologias como carros autônomos, robótica e descobertas científicas. (Ana D´Avila)





