Ana D`Avila | O voto

A estrela de uma eleição é o candidato, mas é a população que lhe outorga o poder através do voto. Teve tempos em que se escolhia o político pelo seu carisma e até mesmo por sua beleza. Simpatia e dotes físicos eram predicados para a vitória nas urnas. Tudo mudou.

Hoje é diferente. As mulheres se emanciparam e os homens tornaram-se mais sábios. Hoje, os candidatos precisam provar conhecimento. Na era da informática é necessário ter bagagem cultural e, acima de tudo, ter a veia da política em seu corpo.

Estaremos em 2022. Época de novas eleições. Era dos influenciadores políticos. Eles dialogam com a população na busca pelo voto. Promovem seus candidatos entregando farto material de divulgação (santinhos).

Eles são muitos. De todos os matizes. De todas correntes ideológicas. De toda idade. Percebo um afã neles. Percebo pressa. E as pessoas a caminho do trabalho estão, na maioria das vezes, envolvidas com a sobrevivência. Às vezes, se aborrecem com essas interferências nas ruas da cidade.

Nesta eleição há de se escolher o presidente da República.  O eleitor não pode errar. Há de se votar no certo. Não no duvidoso. No verdadeiro político. E não num acumulador de votos visando o poder em prol de seu próprio benefício. Ele deve zelar pelos habitantes da cidade, do País. Ajudar seus semelhantes a viver com dignidade.

O voto, sem dúvida, é a arma mais poderosa de um povo. Sem ele, não existe democracia. E o mínimo que se pode exigir no currículo dos candidatos é que estudem ciência política. Que ouçam o clamor das populações por melhorias. Que sejam honestos.

Uma nova safra de políticos vem aí. Que eles não decepcionem. Que eles cultivem a fé e a fraternidade. Que suas bandeiras sejam calcadas na vida, nas pessoas e num meio-ambiente sadio.

Corra os olhos no currículo de seus candidatos para acertar a escolha. Não subestime a importância do voto. Não desperdice sua chance de mudar. Democracia é alternância no poder. O Brasil é rico, cheio de belezas plásticas. Não merece sossobrar nem falir como potência que é: agriculturável, como em nenhum outro lugar do mundo; Talhado para desenvolver o turismo, a indústria sem chaminés; C om um povo alegre e ávido por mudanças.

E o Rio Grande do Sul, nosso Estado, é antes de tudo um celeiro produtivo. Analisemos com inteligência quem é merecedor do nosso voto nas próximas eleições. Aí teremos certeza que tudo valeu a pena. É necessário ser como a fênix da mitologia: renascer das cinzas. Só assim se adquirirá forças para continuar. Só assim contribuiremos para o progresso e a felicidade de nossas populações. O País e o nosso Estado clamam pelo voto certo.

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