As imagens e falas no ato contra matança no Pampa Safari

Os 3 vídeos a seguir você assiste ao ato da manhã desta sexta, onde ativistas da causa animal protestam em frente ao Ibama contra o abate de cervos no Pampa Safari e reivindicam a transformação da área em uma reserva ambiental para os cerca de 2 mil animais que sobrevivem nos 300 hectares às margens do Km 11 da RS-020, em Gravataí.

– Liminar suspendeu o abate, mas liminares caem a qualquer momento. Queremos uma solução para todos os animais que, após anos de exploração, estão abandonados lá e precisam de cuidados urgentemente – resume a ativista Thiane Nunes, advertindo para o caráter temporário da decisão do juiz João Ricardo dos Santos Costa, da 16ª Vara Cível do Foro Central de Porto Alegre, que sob ameaça de multa de R$ 50 mil exigiu laudos da suposta contaminação dos animais por tuberculoso e determinou o isolamento e separação por sexo para evitar a procriação.

– Queremos que o Pampa vire um santuário, sob responsabilidade do Estado.

Ao descer para atender aos ativistas, visivelmente afetado pela pressão sobre o órgão nas redes sociais, o veterinário e chefe do setor de Fauna Silvestre do Ibama/RS, Paulo Wagner, que interditou o Pampa em 2013 e autorizou o abate agora, polemizou com o judiciário, pela interferência da justiça estadual numa questão federal, e também com a Fundação de Meio Ambiente de Gravataí, que nesta quinta quebrou o cadeado do parque, fez uma vistoria ao lado do Ministério Público e colocou placas proibindo o abate.

– Gravataí não tem esse poder. O que foi feito lá é ativismo, não cumprimento da lei – acusa.

– Vamos cumprir a liminar, mas o que será feito dos animais doentes? – questiona.

É o que os ativistas, boa parte deles veganos e contrários a todo tipo de abate, também querem saber sobre esse caso que virou notícia internacional.

Você pode participar do debate no evento criado no Facebook clicando aqui.

 

LEIA TAMBÉM

OPINIÃO | O dia em que parou a matança no Pampa Safari

 

Os donos

Integrantes da família Febernati, proprietária do parque, não foram localizados pela reportagem do Seguinte: e nem pelos demais órgãos de mídia. 

 

Confira o ato em imagens e falas

 

A entrevista de Thiane Nunes

 

A entrevista de Paulo Wagner

 

A suspensão do abate, quinta

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