De repente Europa: Primeiros passos no outro lado do Oceano

Relembre o primeiro capítulo aqui

O mochilão pela Europa era uma realidade. Conforme as semanas passavam eu recebia mais informações e ia entendendo como tudo iria acontecer. A viagem foi em 2017 e durou 11 dias. O embarque foi dia 31 de outubro e o retorno 13 de novembro. Nesse período, passaria por Paris, Suíça, Itália, Alemanha e Amsterdã.

O ponto de partida foi em um hostel de Londres. Descobri que não viajaria sozinha, mas sim com um grupo com mais de 30 pessoas, comandados por uma guia e o motorista do ônibus, que também nos dava dicas de passeios. Cada país ficava cerca de oito horas de distância um do outro. O único momento em que não usamos ônibus foi para sair da Inglaterra e chegar na França. Cruzamos de caminho em um gigantesco navio.

A dinâmica funcionava da seguinte forma: pegávamos a estrada bem cedo e chegávamos no final da tarde. A noite era livre e o dia seguinte também. Dormíamos e de manhã acontecia a mesma coisa. A guia passava instruções e cada um aproveitava como quisesse.

Seguindo com a sorte

Essa aventura não teria sido a mesma se eu não tivesse conhecido três brasileiras que estavam no grupo. E esse é o ponto que vem primeiro na minha cabeça quando me perguntam sobre as partes que mais gostei na viagem. Nos conhecemos no primeiro dia e ficamos juntas até o último. Formamos uma parceria muito boa e até hoje mantemos amizade. Duas são de Goiânia e uma do Rio de Janeiro.

Juntas, montamos nosso próprio roteiro, fazíamos fotos umas das outras e cada uma compartilhava o inglês que sabia para que nos achássemos pelas cidades.

Aliás, não somente o idioma foi uma barreira para nós. A alimentação foi o que mais estranhamos. Encontrar comida para os almoços e jantares foi uma missão complicada... Acabávamos recorrendo ao fast-food. Nos mercados, eram coisas congeladas como lasanhas e saladas, por exemplo. Tanto nos mercados quanto em restaurantes os preços eram altos.

O momento que melhor comíamos era no café da manhã. Os hostels serviam muitas variedades e tinham coisas com as quais estamos acostumadas como, pães, café com leite, bolos, frutas e iogurtes. Em Veneza, na Itália, pudemos matar a saudade de comida com as clássicas macarronadas e pizzas.

 

No próximo capítulo: O dia que deitei e rolei na neve

Participe de nossos canais e assine nossa NewsLetter

Compartilhe esta notícia:

Facebook
WhatsApp
Twitter
LinkedIn
Pinterest

Conteúdo relacionado

TORNADOS: Fúnil do mal

Não imaginava que me assustaria tanto. Não fazia real ideia de sofrimento. Enfim, como diria Mário Quintana. “Tempos Bicudos”! Estamos em 2026 vivendo uma hecatombe climática sem precedentes que afeta

Leia mais »

Receba nossa News

Publicidade

Facebook