Passo do Vigário e Dom Pedro II

Passo do Vigário

Os primeiros freqüentadores desta região foram os tropeiros que percorriam caminho até o Uruguai. Mas o fato que deu nome a esta região se deu em meados do século XIX, quando, a mando do governo da província, alguns padres jesuítas foram incumbidos de exercer a catequese aos habitantes daquelas paragens. Os vigários, como eram conhecidos, tornaram-se simbologia para nomes de locais, arroios e paragens.

A localidade tem este nome tendo em vista que um dos padres que pregava nesta região morreu afogado ao atravessar o arroio.

Dentre os fatos que marcaram a história desta região estão: Construção, pelos imperiais da 1º ponte, ligando a capital ao litoral. Além disto, o bairro abriga A Escola Técnica Agrícola de Viamão (ETA), Escola Agrícola Canadá, o parque de exposições Bento Gonçalves.

Texto: Eduardo Escobar

 

Dom Pedro II

Depois de já estar alguns dias em Porto Alegre, sempre acompanhado da Imperatriz, Dom Pedro foi convidado pelo Conde de Caxias (futuro Duque de Caxias), então governador da Província, para um espetáculo demonstrativo da batalha que resultou na vitória sobre as forças de Bento Gonçalves no Passo do Vigário, em Viamão.

A encenação se deu no dia 7 de dezembro. A publicação relata que a força montada para a representação compunha-se de duas brigadas, a 1a. comandada pelo Brigadeiro José Fernandes dos Santos Pereira, e a 2a. pelo Cel. Luiz Manoel de Lima e Silva, sob Comando em Chefe de Sua Majestade: “o combate durou mais de três horas e queimaram-se 60 mil cartuxos”, tendo o Imperador mostrado-se muito impressionado com as manobras. 

Pesquisa e texto: Vitor Ortiz

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