Vamos falar de comida

Hoje eu acordei com vontade de cozinhar. Na verdade, eu levantei da cama com muita preguiça, pois o final de semana foi muito agitado. Vários compromissos que me deixaram bem exausta e com uma vontade enorme de passar o dia na cama, e então resolvi praticar uma terapia: cozinhar.

Desde criança vejo meus pais cozinhando. O almoço, o café da tarde, a janta ou a sobremesa para o almoço de domingo. Acho que herdei deles essa vontade de cozinhar. Confesso, nem sempre a comida sai como o esperado ou como nos programas da Bela Gil, mas o segredo está no pensamento. Quando vamos trabalhar desejando que termine logo, acreditem, a tarde terá 32h a mais que o normal.

Quando vou para cozinha com vontade de me distrair de qualquer problema, eu ligo o Spotify e deixo alguma playlist tocando. Tudo fica mais delicioso! O tempero se encaixa perfeitamente na comida, arroz não gruda (e nem queima), a salada tem outro sabor e eu fico super animada até para lavar a louça. E desde quando eu faço isso? Há uns dois anos. Sim, faz pouco tempo que eu convido os amigos e família para provar minhas especialidades gastronômicas. O motivo? Eu parei de comer carne e senti necessidade de inovar nas refeições diárias.

Eu amo abrir a geladeira e pegar um pouco do que sobrou de ontem e inventar um novo prato. Um arroz cozido que vira um arroz de forno com muito queijo, abobrinha, tomate e orégano. Uma delícia! Tudo bem, nem todo mundo aprova os meus pratos, mas a verdade é que eu vou para a cozinha preparar o meu espirito e me divertir. Coloco todos os temperos que envolvam o amor e a felicidade para ter mais prazer em retornar mais vezes a cozinha.

Deem licença que a panela de pressão me chama! Bom apetite a todos.

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