Sempre estamos diante de opções, essas guardam em si dúvidas sobre quais seriam ou serão as consequências de nossas escolhas e como ficaremos após uma tomada de decisão sobre o caminho a seguir, por isso é fundamental que tenhamos nossas crenças fundamentadas em princípios sólidos e que reflitam um modo de ser e agir.
Seguindo por esta linha temos algumas questões claras, tais como:
O que eu posso saber – é definir o que devo ter de conteúdo em meu conhecimento para saber que este é legítimo e não baseado em hipóteses ou histórias sem fundamento. O conhecimento deve ser legítimo e não especulativo, baseado em comprovações.
Como devo agir – as minhas ações devem ser guiadas por princípios éticos e morais, reconhecendo meus limites e não passando por cima de outros apenas para benefício próprio.
Quais são meus limites – pensando de forma aberta podemos dizer que não temos limites, nossa capacidade nos permite superar tudo, desde que saibamos lutar pelo crescimento pessoal e buscar a nossa evolução, óbvio sem jamais causar dano a outros.
Qual nossa razão de existir – eis uma questão para longos e profundos debates, onde podemos passar a vida inteira discutindo nossas razões existenciais e não chegarmos a nada, mas há uma razão que se sobrepõem a todas as outras que a nossa capacidade de servir ao próximo, agirmos para auxiliar as outras pessoas e fazer de nós mesmos instrumentos do bem, saindo da paralisia e contemplação e partindo para ação.
A encruzilhada está sempre em sua frente, com base nos princípios acima ou em tantos outros, escolha seus caminhos, mas não recaia na imobilidade ou na mediocridade.






