A segunda estreia de Bonatto

Bonatto vistoriou todas as obras do governo - especialmente as que pretende entregar até o final do ano

Sábado, no encontro do PSDB gaúcho, prefeito de Viamão dá o primeiro passo rumo ao futuro: a presidência estadual do partido

 

Valdir Bonatto é o palestrante da tarde no encontro que reúne, a partir de amanhã, vereadores e prefeitos eleitos pelo tucanato no Rio Grande do Sul. É um encontro para reafirmar a novíssima liderança de Nelson Marchezan Jr. no PSDB, mas também servirá como uma espécie de ensaio – ou segunda estreia – para Bonatto.

Ele que deixará de ser prefeito no final do mês, inaugura um período de dedicação ao partido que deve levá-lo, já no ano que vem, a disputar a presidência estadual do PSDB. E com o apoio de Marchezan.

O prefeito eleito da capital quer ampliar sua importância política e a do partido embalado nos resultados eleitorais de 2016. Ligado à assim chamada “nova política”, Bonatto e Marchezan vão caminhar juntos. Tão juntos que a especulação, até semanas atrás, era de que Bonatto aceitaria o convite para comandar uma pasta no secretariado de Porto Alegre.

Não que ele tivesse dito um não, peremptório.

Mas os planos do prefeito de Viamão incluem passar o bastão de forma segura ao sucessor André Pacheco, percorrer o Estado levando as ideias da tal nova política e concorrer a deputado em 2018.

Plano incompatível com ser secretário de qualquer pasta na Capital.

Palpite do Diário: se não for presidente estadual do PSDB, Bonatto concorre a deputado estadual, com apoio expressivo de toda base que elegeu André. Se conseguir a eleição, repetirá o feito até então só conseguido por Tapir Rocha, no início dos anos 90.

Se for eleito presidente tucano, decide entre comandar a campanha do partido ao Palácio Piratini – até agora, o nome mais cotado para concorrer é do prefeito de Pelotas, Eduardo Leite – ou disputa uma vaga à Câmara Federal.

Teria o apoio, além de Marchezan e dos que afirmam que a nova política veio para ficar, de todos os partidos aliados em Viamão. A maior deles quer, na verdade, disputar uma vaga na Assembleia, onde entendem que podem chegar. Caso de Maninho Fauri no PSD, por exemplo, que sonha em fazer 20 mil votos e ser deputado estadual pelo partido.

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