Com as convenções partidárias confirmando os pré-candidatos ao governo do estado, assembleia legislativa, câmara dos deputados e senado federal, o Diário de Viamão propôs a todos os pré-candidatos que tenham domicílio eleitoral na cidade a seguinte pergunta: por que você quer ser eleito em outubro?
Nasci às 15h45 do dia 10 de abril de 1995 (uma segunda-feira) na cidade de Porto Alegre, depois de torturar minha mãe em um trabalho de parto quase eterno.
Cresci em Viamão, na região metropolitana. Diferente do que muitas pessoas disseram a minha família quando optaram pela cidade, conhecemos a simplicidade e urbanidade dos viamonenses, construindo amizades sólidas com essa gente empreendedora e de caráter que, infelizmente, sofre com um Estado inchado inibidor do desenvolvimento da região através de cargas tributárias elevadas e de uma burocracia sem precedentes.
Desde os sete anos assisti minha mãe entregando boa parte da nossa renda (ela vende roupas) em impostos e fazendo esforços sobre humanos para pagar por serviços privados. Ora, se pagamos impostos por que devemos também pagar por serviços privados? Aí surge meu interesse por política e economia, pois nunca compreendi como pagamos por algo que não recebemos – para não falar da demonização do empreendedor- algo que acontece em todo o Rio Grande do Sul.
Me filiei ao NOVO por compactuar com suas bandeiras e enxergar uma enorme lacuna na assembléia legislativa. Temos poucos representantes com conhecimento de gestão pública e da real situação caótica das contas gaúchas. Em todas as campanhas eleitorais ouvimos promessas de mudança, de benefícios para a população que seriam, supostamente, concedidos pelo governo Pasmem: “não há almoço grátis”, frase do célebre economista Milton Friedman. Quanto mais poder dermos aos governantes, maiores os gastos com pessoal e com o que não é essencial para o bem estar geral.
Estou no NOVO porque nenhum outro partido defende o fim dos fundos partidário e eleitoral (que custam, no mínimo, 2 bilhões aos cofres públicos); o fim do foro privilegiado, diminuição dos privilégios da classe política e de seus gastos; e a devolução da autonomia ao cidadão, tornando-o mais livre. Por sugestão do amigo Marcel Van Hattem (candidato a deputado federal), coloquei meu nome a disposição em um processo seletivo interno rigorosíssimo que envolveu provas, entrevistas, exposição pública e análise de currículo/antecedentes civil e criminais.
Hoje curso Administração Pública na UERGS (Universidade Estadual do Rio Grande do Sul) e faço parte do grupo de pesquisa "Políticas, Gestão Pública e Desenvolvimento" onde pesquiso sobre cooperação institucional, incentivos econômicos e gestão de recursos hídricos.
Fazer uma campanha limpa e sem recursos do Estado (=cidadãos) deveria ser a preocupação de todos os candidatos a qualquer cargo público. Entretanto, isso é o que diferencia minha intenção. Não utilizarei dinheiro público em minha campanha. Convido Viamão a construir comigo uma campanha que será NOSSA de verdade, diferente de outros que dizem te defender, mas usam teu dinheiro sem perguntar.
Como podes ver, tenho toda a teoria em mente e me sinto preparada para defender os interesses da população. Quem sabe não é a hora de apostar na renovação?







