Cachoeirinha fez. POA fez. E Viamão?

Prefeito conversou hoje pela manhã com a imprensa sobre os primeiros seis meses de governo | Foto: Rodrigo Becker

Embora admita que não está livre de um parcelamento de salários, o prefeito André Pacheco disse hoje pela manhã que prioridade são os servidores

 

Depois que Porto Alegre e Cachoeirinha anunciaram o pagamento parcelado de salários para os seus servidores, a curiosidade de abateu sobre Viamão: como andam as contas do governo por aqui?

O Diário perguntou esta manhã ao prefeito André Pacheco, que recebeu a imprensa para um café da manhã em que tratou, entre outros assuntos, sobre seus seis meses à frente da gestão.

-- Tivemos um leve incremento de retorno de ICMS e no Fundo de Participação dos Municípios a partir de maio, mas a crise está muito feia -- adianta Pacheco.

Especificamente sobre os salários do funcionalismo, o prefeito não afastou completamente o parcelamento, embora tenha deixado claro que não é esta a realidade das finanças municipais.

-- Nossa prioridade número 1 é o pagamento de quem trabalha. Vamos atrasar fornecedores se for preciso, antes de qualquer atraso para os servidores.

 

Cachoeirinha: contas no "pendura"

 

Com uma enorme perda de arrecadação devido ao fechamento da Souza Cruz, Cachoeirinha vive um momento alarmante e especialmente profundo de crise. Somente em 2016, deixaram de entrar nos cofres da cidade cerca de R$ 31 milhões em retorno de ICMS, uma das principais fontes de arrecadação do município.

E a previsão para 2017 é ainda pior: R$ 35 milhões.

Antes de parcelar salários, o prefeito de lá, Miki Breier, já pedalou pagamentos de fornecedores -- ou seja, pôs as contas no "pendura", para pagar no futuro nebuloso que as finanças de lá desenham.

Para entender o caos nas contas da Prefeitura de Cachoeirinha, o Diário recomenda a leitura da reportagem de Rafael Martinelli para o site Seguinte:, que pode ser lida no link a seguir:

O DIÁRIO INDICA:

CAOS NAS CONTAS: Porque Cachoeirinha vai parcelar salários

 

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