Espetáculo NEGREIROS segue navegando por novos espaços

O Grupo Leva Eu, segue circulando com seu novo espetáculo, o monólogo NEGREIROS - HISTÓRIAS QUE A HISTÓRIA NÃO CONTA. Trabalho de montagem através do Edital FAC das Artes de Espetáculo, edital financiado pelo Fundo de Apoio à Cultura, realizado pela SEDAC/RS – Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul, no qual após circular por escolas da rede pública e privada, o grupo segue navegando e levando o espetáculo para novos espaços.

No próximo dia 21/11 o monólogo será apresentado no Instituto Federal do Rio Grande do Sul, Câmpus Viamão, na programação da semana da consciência negra, com apresentações nos turnos da tarde e noite. Dia 27/11 à noite, será a vez do espaço de Arte Viandantes receber o trabalho, na programação das comemorações de 15 anos do espaço. E no dia 29/11, às 19h o grupo irá apresentar no Teatro Oficina Olga Reverbel, no complexo do Multipalco do Theatro São Pedro em Porto Alegre, apresentação que acontece através do edital de ocupação Atos e Cenas, uma realização do IEACEN - Instituto Estadual de Artes Cênicas em parceria com o SESC e Theatro São Pedro. Todas as apresentações terão interpretação em LIBRAS e os ingressos variam entre R$10,00 e R$20,00.

SERVIÇO:

Espetáculo Negreiros - Histórias que a história não conta.

21/11 | Instituto Federal - Campus Viamão | Av. Sen. Salgado Filho - São Lucas, Viamão

27/11 | Espaço de Arte Viandantes | R. Francisco Carvalho da Cunha, 319 - Centro, Viamão

Informações sobre ingressos: (51) 9869-4211 - Niltamara ou (51) 9651-0013 - Alessandra

29/11 | Teatro Oficina Olga Reverbel, no complexo do Multipalco do Theatro São Pedro | Porto Alegre | Praça Marechal Deodoro, s/n° / Centro Histórico / Porto Alegre

Ingressos antecipados pelo link: https://theatrosaopedro.eleventickets.com/#!/apresentacao/2c5c8201a9f26beba68c2b9e49f246f2c13ec34a

“NEGREIROS - Histórias que a História não conta” é um mergulho na escravização contemporânea que envolve o tráfico de pessoas, fluxos migratórios e a ampliação do debate racial no Brasil. Partimos do texto “O navio negreiro” de Castro Alves para dialogar com o nosso passado e presente, misturando fatos históricos e políticos sobre a condição real e atual do negro no Brasil, procurando ampliar a discussão dialética sobre a criminalização e morte da juventude negra das periferias. O navio de Castro Alves serve como metáfora para provocar outros olhares sobre situações contemporâneas análogas ao trabalho escravo e consecutivamente falar sobre o racismo, preconceito e o corpo negro (des) colonizado. Um navio que carrega nos seus porões suas memórias, dores e mazelas, mas também suas tradições e diásporas.

Ficha Técnica:

Atuação: Juliano Felix

Dramaturgia: Diego Ferreira

Cenografia: Rodrigo Shalako

Figurino: Laura Bauermann

Intérprete de LIBRAS: Lucas Terres

Fotos: Helena Hanauer e Artecolor

Produção: Juliana Johann

Preparação corporal e assistente de direção: Alessandra Souza 

Iluminação e Direção: Igor Ramos

Realização: Grupo Teatral Leva Eu

Financiamento: Fundo de Apoio à Cultura (FAC) | SEDAC/RS – Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul

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