Quando até o Diabo vira super-herói

Um burburinho que iniciou na semana passada com a chegada da série Lucifer, no catálogo do Netflix, chamou tanto a minha atenção que fui obrigada a abrir espaços na minha disputada lista de séries a serem assistidas ainda este ano. Não pesquisei sobre a história, não li o resumo, apenas apertei o play - extremamente curiosa para saber do que se tratava. 

E gente, eu A-D-O-R-E-I.

Ok, eu confesso que estou recém no terceiro episódio e o que vou dizer é baseado apenas nas primeiras impressões, mas já adianto que achava que seria uma histórinha sobre um homem mal que vem até a terra para praticar suas vilanias. Mas não, é uma ótima sátira sobre o personagem do diabo. Eu e o marido, pelo menos, já conseguimos dar altas risadas. 

A história se passa em Los Angelas, na Califórnia, lugar escolhido por Lucifer Morningstar (Tom Ellis) para tirar férias do inferno. Seu único poder na nossa dimensão é o de conseguir arrancar das pessoas seus desejos mais profundos e nefastos.

Na terra, ele dá início a uma casa noturna com a ajuda de sua aliada demoníaca chamada Mazikeen. Depois que uma celebridade - a quem Lucifer ajudou a alcançar a fama - é assassinada, ele se envolve com a polícia, onde começa a ajudar a detetive Chloe Decker (Lauren German) a resolver casos de homicídio e encontrar os responsáveis para que possa “puni-los”.

Aos poucos, ele começa a enfrentar seus próprios conflitos, já que ele é diabo e deveria praticar apenas a maldade. 

Em uma pesquisa rápida na internet, encontra-se algumas críticas contra a história e até abaixos-assinados contra a exibição da série que não agradou alguns grupos cristãos dos Estados Unidos. Um deles, o One Million Moms, que reuniu cinco mil assinaturas em uma petição, alega que a série “glorifica Satã como uma pessoa carinhosa e amável de carne e osso”.

Entretanto, a FOX - criadora de Lucifer - afirma que se baseia na liberdade de crença e no fato de que existem inúmeras séries que interpretam passagens bíblicas ou religiosas e que a trama traz uma visão irônica e distópica para a mesma visão.

Independente de tudo isso, o fato é que estas e outras discussões aguçaram ainda mais a curiosidade (minha, principalmente) dos outros telespectadores mundo à fora.

Se estiverem com um tempinho sobrando neste final de semana, deem uma espiada em Lucifer e me contem o que acharam, ok? Até o próximo sábado.

 

Não deixe de ver o trailer oficial da série:

 

 

 

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