Vereador e o presidente do partido foram até o MP de Contas entregar representação contra o aumento do salário do prefeito, do vice e dos secretários aprovado pela Câmara na terça
ATUALIZADA - O argumento do PSol é o mesmo que ajudou a derrubar o aumento em fevereiro: estaria fora do prazo. De acordo com a lei, o salário do prefeito e do vice deve ser fixado pela Câmara em sessão anterior a eleição que escolhe o mandatário.
Para o salário de André Pacheco, eleito em outubro do ano passado, o valor deveria ter sido fixado até 30 de setembro de 2016.
Em dezembro, a Câmara aprovou um aumento um pouco maior até do que o votado agora: 32%. O prefeito de então, Valdir Bonatto, vetou o reajuste. O veto acabou na pauta das sessões do final de janeiro e só não foi votado porque não fazia parte da pauta original das sessões extraordinárias convocadas naquele período.
Foi votado, no entanto, nas primeiras sessões de fevereiro e derrubado pela Câmara, o que garantiria o reajuste. Foi aí que uma ação promovida pelo Ministério Público de Contas a pedido do PSol de Viamão barrou o aumento.
Guto Lopes e Romer Guex foram à sede do Ministério Público de Contas, em Porto Alegre, e protocolaram na tarde desta quarta-feira a denúncia. Romer também irá ao MP em Viamão - desta vez, denunciar a conduta da Mesa da Câmara que, segundo ele, "não tem obedecido às normas legais quanto ao processo legislativo".
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