André pensa em desmembrar a Gestão

André Pacheco esteve na Secretaria de Educação, em outubro, e posou para foto com a equipe da pasta

Prefeito eleito tem refletido e deve apresentar uma proposta de reforma administrativa já em 2017

 

O primeiro sinal ele vem dando aos aliados, nas conversas que vem acontecendo desde o final de outubro: André Pacheco vai cortar cargos em comissão.

– A ideia dele é começar o governo com o mínimo necessário para tocar o trabalho – informa um amigo que priva das intimidade do prefeito eleito.

Publicamente, fala-se me nomear apenas 60% dos cargos disponíveis, gerando uma economia para os cofres públicos.

Partidos aliados não tocam no assunto – se o prefeito não quer nomear cargos, respeitam. Mas no fundo, uns aqui e outros ali, pensam que parte desses cargos que ficam vagos poderiam ser seus.

No fundo, André quer mudar a estrutura do governo. Falas-se, inclusive, dividir a atual Secretaria de Gestão em duas. Uma ficaria com as funções que já tem, ampliando a Comunicação Social e cuidando dos projetos que envolvem mais de uma pasta.

A Gestão ficaria com um perfil técnico – Nilton Magalhães, engenheiro de todas as coisas na prefeitura hoje, é um dos nome lembrados para a função.

A nova pasta seria a Secretaria de Governo, responsável pela articulação política com a Câmara, os atos oficiais e a relação institucional do governo.

– Não é uma secretaria para acomodar do Dédo Machado – retruca a fonte, antes que o Diário fizesse a pergunta.

Cotado para ajudar na relações com a Câmara, Dédo está. Mas se André está disposto a criar uma secretaria no governo só para isso, há dúvidas.

Internamente, o PSDB já trabalha com a presença do pedetista no governo. O diretório do partido já teria inclusive sido informado a respeito.

 

Segurança pode entrar no pacote

 

Se o projeto de reforma administrativa amadurecer, é provável que se incorpore a ele a criação da Secretaria de Segurança e a fusão do Esporte com a Cultura, como propõe o PSB de Geraldinho.

A ideia teria agradado o prefeito eleito, que vê no problema da falta de segurança um grande nó da cidade.

O temor é que não há dinheiro para um investimento pesado do município no setor e, com a secretaria funcionando, haja uma grande expectativa da população por soluções.

– Se ele achar que é compatível, vai fazer – conta a fonte.

 

 

 

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