Coluna da Ana D’Avila: Brigas, medos e fantasias

O Carnaval se foi. Como objeto alienante. Como descarrego de tensões. É março. Mas o palhaço e a colombina ainda estão fantasiados. A rotina volta com a intensidade de boletos vencidos, traições e locupletações. Onde andará a sensibilidade humana? Onde estará a verdade, a compaixão e a luz da existência?

Vejo tambores em Avenidas. O Carnaval continua. Vejo bundas que balançam numa ginástica frenética. Vejo “trampas” internacionais. Nada posso fazer. Nada. A não ser lamentar. Quero otimismo. Mas ele se distancia num mundo envolto em lixo, misérias e loucuras. No meio disso tudo, as doenças. Produzidas e assustadoras.

A época das vacinas. A época do valor da vida e da cultura sendo rebaixadas. Só brigas. Entre  homens e mulheres. Entre esquerda e direita. Entre tudo o mais que inventarão. Como proposta para o desentendimento. Para ser o motivo da discussão. Sempre com graves consequências.

A vida é tão simples, mas os aglomerados urbanos, sociais e políticos estão perturbando tudo.

Respirar, produzir, perdoar e ser grato ao próximo não custa nada. Não vale a pena, o desatino. Que já nem sei de onde provém. Se da parafernália tecnológica ou da própria cabeça doentia das populações do mundo. Oremos. O pastor, o padre e o guru não estão, ao todo, errados.

Participe de nossos canais e assine nossa NewsLetter

Compartilhe esta notícia:

Facebook
WhatsApp
Twitter
LinkedIn
Pinterest

Conteúdo relacionado

TORNADOS: Fúnil do mal

Não imaginava que me assustaria tanto. Não fazia real ideia de sofrimento. Enfim, como diria Mário Quintana. “Tempos Bicudos”! Estamos em 2026 vivendo uma hecatombe climática sem precedentes que afeta

Leia mais »

Receba nossa News

Publicidade

Facebook