Coluna da Ana D’Avila: Brigas, medos e fantasias

O Carnaval se foi. Como objeto alienante. Como descarrego de tensões. É março. Mas o palhaço e a colombina ainda estão fantasiados. A rotina volta com a intensidade de boletos vencidos, traições e locupletações. Onde andará a sensibilidade humana? Onde estará a verdade, a compaixão e a luz da existência?

Vejo tambores em Avenidas. O Carnaval continua. Vejo bundas que balançam numa ginástica frenética. Vejo “trampas” internacionais. Nada posso fazer. Nada. A não ser lamentar. Quero otimismo. Mas ele se distancia num mundo envolto em lixo, misérias e loucuras. No meio disso tudo, as doenças. Produzidas e assustadoras.

A época das vacinas. A época do valor da vida e da cultura sendo rebaixadas. Só brigas. Entre  homens e mulheres. Entre esquerda e direita. Entre tudo o mais que inventarão. Como proposta para o desentendimento. Para ser o motivo da discussão. Sempre com graves consequências.

A vida é tão simples, mas os aglomerados urbanos, sociais e políticos estão perturbando tudo.

Respirar, produzir, perdoar e ser grato ao próximo não custa nada. Não vale a pena, o desatino. Que já nem sei de onde provém. Se da parafernália tecnológica ou da própria cabeça doentia das populações do mundo. Oremos. O pastor, o padre e o guru não estão, ao todo, errados.

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