Quando você escuta de algum conhecido a seguinte expressão: “Como você é parecido com o seu pai!” Como você reagiria? Ficaria feliz? Se sentiria ofendido ou iria refletir melhor sobre o comentário? Talvez, seria melhor refletirmos sobre outro ponto de vista dessa expressão: será que conhecemos nossos pais o suficiente para identificarmos características idênticas as nossas? Prefiro analisar com algumas cenas do filme “Em busca da felicidade”.
O longa-metragem foi estrelado por Will Smith, que interpretou Chris Gardner, e lançado lá em 2006. Um roteiro dramático que conta a história de um pai com dificuldades para arrumar um bom emprego e sustentar a família. Com muitas dificuldades, os dois dormem em abrigos, quartos alugados ou qualquer lugar que possa servir de abrigo. Ao longo do filme percebemos a vontade do pai em proporcionar bons momentos para o filho e do orgulho do menino ao ver o pai se aventurar em muitos empregos.
Seguindo nossa reflexão, como seriam as características do menino se fosse semelhante ao pai? Sim, um menino corajoso. O filho de Chris compreendeu a partida da mãe, aceitou os erros do pai e correu ao seu lado para aproveitar uma partida de futebol, mesmo sabendo que o pai estava ali para trabalhar. Ao final do filme compreendemos que os pais também erram. Apostam em empregos ruins e se iludem.
“Em busca da felicidade” é uma história real de muitos pais e filhos que lutam contra as dificuldades da desigualdade salarial, racial e humana.
Quando assistimos a esse filme aqui em casa, meu pai se identificou com a personagem principal: com medos, erros e desilusões. Eu, como filha, identifiquei a coragem, a garra e a vontade de aproveitar ao máximo os pequenos momentos ao lado dos filhos e netos.
E você, como se identifica com o seu pai?






