O dia em que as estrelas vieram à Terra

por Cláudio Dienstmann

“Não foi só um título no futebol: foi um sinal do destino, estava escrito nas estrelas, tínhamos um espírito diferente” (Hervé Renard, técnico francês da seleção de Zâmbia campeã da Taça das Nações da África de 2012).

“No futebol e na vida é preciso ter sempre esperança” (Tinga, jogador).

“O futebol é uma ponte mundial de comunicação e um instrumento de aprendizagem, o caminho mais curto e símbolo de esperança (Birgit Prinz,jogadora de futebol, alemã, representante do programa “Estude e jogue”)

“O futebol é uma ponte mundial de comunicação e um instrumento de aprendizagem, e  de esperança – e os olhos cheios de vivacidade das crianças me deram algo que vou guardar por muito tempo" (Birgit Prinz, melhor jogadora de futebol feminino do mundo, alemã, representante do programa “Learn & play” – “Estude e jogue –, falando de sua visita a Kabul, Afeganistão).

 

Esta é uma fábula muito antiga, reescrita de uma maneira bem pessoal, e começa num certo dia em que as estrelas resolveram fazer um pedido a Deus. A mais faladeira delas, Parola, pediu a palavra:

– Senhor, tudo beleza aqui no Céu, valeu, mas a gente gostaria de descer um tempinho e ver como é lá na Terra.

Deus sorriu (grande novidade isso!). Estrelas de todas as cores, dezenas – brancas, amarelas, roxas, verdes, vermelhas, negras, azuis, grenás, violeta, laranja –, o Divino conhecia e conhece todas elas, sabia e sabe até o nome de cada uma, uma a uma, milhares – Mimosa, Dengosa, Brilhosa, Peteca, Sapeca, Moleca, Lindinha, Bonita, Bela, Clara, Rosa, Baixinha, Pequena, Grandinha, Querida, Risonha, Tristinha, Curiosa, Medrosa, Alegre, Saúde, Saudade, Bondade, Bondosa, Graciosa, Fominha, Proteção…

– Podem ir, conheçam a Terra, mas vocês precisam voltar para o Céu – disse Deus.

Então as estrelas desceram. E correram pelos campos, nadaram em todas as águas, brincaram com as crianças e os bichos, voaram com o vento entre as montanhas, se maravilharam com os matos, cantaram, tomaram sorvete e chimarrão, comeram chocolate e frutas e bolo e pipoca. E se assustaram com as cidades e as máquinas, e com as pessoas – com o que elas fazem e dizem, o que comem e bebem, como pensam e agem, o que sentem e não sentem…

As estrelas voltaram para o Céu! Quase todas!

Todas, menos uma: pequeninha, quietinha, brilhante, uma estrela verde – essa ficou na Terra.

Já faz muito tempo. E a pequena estrelinha verde continua aqui.

O nome dela?

ESPERANÇA!

Bom Ano Novo!

 

Agenda histórica do futebol gaúcho na semana

 

31.12.2017, domingo

1971 – Pesquisa nacional revela os dois jogadores mais valiosos do futebol brasileiro: Figueroa do Inter 1 milhão de dólares, Ancheta do Grêmio 600 mil dólares

 

1.1.2018, segunda-feira

1937 – Inter, Grêmio, Força e Luz, Cruzeiro e São José saem do campeonato gaúcho, que terá só times do interior por três anos

 

2.1.2018, terça-feira

1958 – Inter inaugura nova iluminação do Estádio dos Eucaliptos e perde por 4×1 para Portuguesa de São Paulo

 

3.1.2018, quarta-feira

1954 – Cruzeiro de Porto Alegre 4×2 Espanhol de Barcelona na Espanha

 

4.1.2018, quinta-feira

1984 – Ponteiro Renato pede ao Grêmio aumento salarial de C$4 milhões mensais (3.800 dólares) para C$8 milhões, e ameaça não voltar depois das férias

 

5.1.2018, sexta-feira

1955 – CND estabelece que menor salário de jogador de futebol no Brasil não podia ser inferior a C$3.000,00, equivalente a  três mínimos

 

6.1. 2018, sábado

1922 – Grêmio entrega medalha de ouro a cada um de seus 54 atletas campeões em 1921

1941 – Fundação do Esporte Clube Avenida de Santa Cruz

 

 

 

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