Mundo feito de homens

Somos os que produzem, criam, mudam o cenário, interferem na natureza, tanto para produzir o que há de bom como também para cometer grandes erros ou promover grandes tragédias. Somos imperfeitos e falíveis, mas, muitos de nós, agem movidos pelo desejo de ganhar o máximo, movidos pela ganância, causando ao redor o mal de muitos outros, que se tornam vítimas destes cruéis artesãos da maldade.

Vivemos em meio a situações que poderiam estar bem diferentes, porém carregamos o ônus de não ter nossas mínimas vontades de ver o correto sendo praticado na política nacional atendido. Será que vamos persistir no erro de gritar que odiamos a política e os políticos, ou, será que vamos começar a ter uma postura mais ativa, agindo para mudar?

Os que ocupam os lugares que ocupam, lá estão porque nós o permitimos e a postura de negar-se a participar, vai abrir mais e mais o espaço para que se perpetuem os que não poderiam permanecer nestes cargos da Nação. O fato é que a faxina deve ser geral, vamos tirar de onde estão aquelas figurinhas carimbadas e que são personagens das crônicas Policiais de todo o Brasil.

Os formadores de opinião não podem se omitir, devem proclamar em alto e bom som que estamos com a escolha ao nosso alcance e, portanto, com a possibilidade de produzir uma grande mudança, onde retiramos de cena os facínoras consagrados e trazemos para o palco outros, que, mesmo desconhecidos, não podem ser pior do que muitos que aí estão.

Creio que existem diversos políticos que hoje estão no cenário e que merecem permanecer, não vou citar nomes, mas creio que cada um deve analisar o histórico destes senhores e verificar os nomes que merecem ser reconduzidos e os que devem ser esquecido para sempre.

Pensar no novo é pensar no desconhecido, que, mesmo tendo alguns riscos, são menos arriscados do que manter alguns que no poder estão e sempre roubaram e lesaram a Nação.

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