Wit Bier

por Rafael Santos

Atualmente, lúpulo é o único condimento normalmente usado em cerveja, mas nem sempre foi assim. O século XVI, na Europa, foi marcado pelo contato dos europeus com especiarias provindas de terras longínquas (seja através da exploração colonial ou do comércio, após o “boom” das grandes navegações). Tais matérias-primas rapidamente invadiram a culinária do velho continente, inclusive a fabricação de cerveja.

Assim nasceram as witbiers.

Fabricada com malte de cevada e trigo cru, e condimentada com coentro e casca de laranja-azeda da ilha de Curaçau (Antilhas Holandesas), a cerveja de trigo de estilo belga é uma das poucas sobreviventes daquela época. Turva devido à levedura e muito pálida, é chamada na Bélgica de Witbier (cerveja branca), e Bière Blanche, em francês. Embora seja um dos estilos mais populares hoje em dia (no Brasil é muito vendida durante o verão, por ser uma bebida de alta refrescância).

A cerveja que escolhemos para representar este estilo, é a Elementum Cosa Nostra Wit Bier, que leva em sua receita zimbro, coentro e raspas de limião siciliano. A cada gole uma experiência para os sentidos. Aprecie as complexas notas de especiarias, o leve aroma cítrico das cascas de limão siciliano em harmonia com o sabor suave do mel, proveniente dos maltes. Sinta a leve picância do coentro e zimbro, inspirada nas Wit Biers da cidade de Hoeggarden/Bélgica.

Harmoniza bem com frutos do mar, sushi, salmão e bolinho de bacalhau.

Beba menos, beba melhor!

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